"Eu sou um intelectual que não tem medo de ser amoroso, eu amo as gentes e amo o mundo. E é porque amo as pessoas e amo o mundo, que eu brigo para que a justiça social se implante antes da caridade." Paulo Freire
Quem sou eu
- Luisa Vieira
- Minas Gerais, Brazil
- Graduação em Pedagogia pela FAVALE/FAFILE Associada a UEMG; Especialista em Designer Instrucional para EAD pelo IBDIN ♥ Em Curso: 1 - Gestão de Processos Educativos em Inspeção Escolar e Supervisão Escolar pela FAVALE/FAFILE - UEMG ♥ 2 - PIGEAD Planejamento Implementação e Gestão em Educação a Distância pela UFF - Universidade Federal Fluminense ♥ Especialização em Design Instrucional para EAD Virtual pela Universidade Federal de Itajubá - UNIFEI ♥ ♥ \o/ ♪ ♫ ♥ \o/ Trabalhei na Produção Técnica na Editoração de Cadernos para EAD, Criação de Iconografia, e Assistencia a Docentes e Discentes na Plataforma MOODLE. (FAFILE) ♥ \0/ ♥ Atualmente assessora de Unidade Educacional em MG
domingo, 2 de dezembro de 2012
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Obsolescência
Faça cesta! |
É a condição
que ocorre a um produto ou serviço que deixa de ser útil, mesmo estando em
perfeito estado de funcionamento, devido ao surgimento de um produto
tecnologicamente mais avançado. Existem várias contextualizações e significados, a mais comun entre nós, estudiosos da EAD - Educação a Distância, é a Obsolescência técnica ou funcional, onde podemos observar situações que demanda:
- Quando um novo produto ou tecnologia mais funcional toma o lugar do antigo (por exemplo, do telégrafo para o telefone discado, do disquete de 5 1/4" para o de 3 1/2", para o pendrive, para HD Externo, etc).
- Quando o produto se torna inútil devido a mudanças em outros produtos. Por exemplo, as charretes tornaram-se obsoletos quando as pessoas começaram a andar em automóveis.
- Quando as peças de reposição se tornam tão dispendiosas, que se torna mais interessante, comprar um produto novo.
- Quando a baixa qualidade dos materiais encurta o tempo de vida do produto.
- Quando partes essenciais não estão mais disponíveis para viabilizar a fabricação de um item. O gerenciamento deste tipo de obsolescência é necessário se uma disponibilidade de longa duração do produto for necessária.
Na EAD a obsolescência é algo natural,
complexo e que reflete um estado de mercado ou comportamento, pode ser bom, se
mantivermos como sinal de alerta a intenção de estarmos sempre nos atualizando...
Seria a ideia de buscar, educação para a vida toda, justificada pela sociedade
do conhecimento versus a economia do conhecimento. E negativa, se olharmos para
o todo e verificar que as partes são tão ínfimas que provoca/acentua um
desânimo diante das condições reais.
Qualquer material hoje, produzido
de autoria é perecível, porque precisa sempre estar sendo atualizado ou revisto,
porque as chances de se tornar obsoleto são muito grandes. A própria internet
como canal de informações, propõe um novo desafio, para podermos como tutores
interagir com os cursistas/alunos: De compreendermos, e disponibilizar
conteúdos, com o devido roteiro, planejamento/estratégias, utilizando as redes
sociais, seja com acessibilidade mobile ou não. E, no momento, a maioria das
pessoas utiliza-se destas redes para storytelling (contar histórias), de ordem
pessoal, de trabalho de relações sociais, o que potencializa, se o professor
não cair na armadilha da obsolescência e aprender a aprender, a interagir com
os nativos digitais, a geração polegar, a geração palme.
Referências:
NOBRE, Cláudia V. e MELO,
Keite S. CONVERGÊNCIA DAS COMPETÊNCIAS
ESSENCIAIS DO MEDIADOR PEDAGÓGICO DA EAD. ESUD 2011 – VIII Congresso
Brasileiro de Ensino Superior a Distância. Ouro Preto, 2011 - UNIREDE 15 p.
Wikipédia: Obsolescência, disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Obsolesc%C3%AAncia>, acesso 01/12/2012.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Educação humanista inovadora: Pessoas confiáveis e coerentes
Educação humanista inovadora: Pessoas confiáveis e coerentes
Trabalho com a Educação com/sem Distancia há cerca de 3 anos, e mais que um caminho defensivo, é atuar, trabalhando, compartilhando, dando asas ao pensamento, libertando atitudes. Porque leio e vejo quanto vale o nosso caminhar, sentido, suado, transparente, amado, contemplador, amigo e profícuo nas competências.
E, posso afirmar que acredito nas pessoas, as observo muito, como educadora e educanda. Assim, vamos todos caminhando para uma educação para o futuro.
Obrigada Moran, sua fala é sempre um presente em meio a minha produção acadêmica.
Um forte abraço.
Luisa
Trabalho com a Educação com/sem Distancia há cerca de 3 anos, e mais que um caminho defensivo, é atuar, trabalhando, compartilhando, dando asas ao pensamento, libertando atitudes. Porque leio e vejo quanto vale o nosso caminhar, sentido, suado, transparente, amado, contemplador, amigo e profícuo nas competências.
E, posso afirmar que acredito nas pessoas, as observo muito, como educadora e educanda. Assim, vamos todos caminhando para uma educação para o futuro.
Obrigada Moran, sua fala é sempre um presente em meio a minha produção acadêmica.
Um forte abraço.
Luisa
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Este vídeo demonstra a versatilidade de um projeto que conquista pela articulação/organização dos alunos de uma Escola Municipal de Vargem Grande no Rio de Janeiro, que prove a sustentabilidade pela reciclagem e une as tecnologias para seu registro. Além da ideia fica a inspiração para imitarmos a arte. Claro, pela excelência e pela competência de seus autores.
Parabéns!
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Analise reflexiva
Analise reflexiva ao Design Instrucional e Direitos Autorais e a Linguagem
Por: Maria Luisa Vieira Xavier
Por: Maria Luisa Vieira Xavier
Levando em
consideração a importância da autenticidade do material inédito, caminho
tentando costurar os direitos autorais, cujo design Instrucional está
intimamente envolvido, por questões de linguagem, estética e recursos
midiáticos, entre outros posicionamentos envolventes, aos quais exercita a
preocupação da interação, daquele que ao qual se pretende levar o aprendizado
como processo.
Paulo Freire em seu
livro Pedagogia do Oprimido relata que: “conhecer não é um ato isolado,
individual. Conhecer envolve comunicação, intersubjetividade. É por meio desta
intercomunicação mediada pelos objetos a serem conhecidos que os homens
mutuamente se educam, intermediados pelo mundo real.” Hoje o computador, o
acesso a internet nos permite transformar e dialogar com a construção do
sujeito, que busca em sua autonomia em uma construção sólida, e a pergunta que
faço é: como o Design pode auxiliar nesse processo e, ao mesmo tempo,
esclarecer sobre a produção de material utilizando os recursos largamente
oferecidos de forma livre, de domínio público, trabalhando a estética do
conteúdo de forma a ofertar algo atraente, belo aos olhos e ao cérebro. Digo
isso, porque a plasticidade do nosso raciocínio capta o que é prazeroso com
muito mais facilidade, que o conteúdo que não alcança uma linguagem preocupada
com quem lê, é rebuscado.
Assim, para
proteger o autor e seu material, neste processo de criação, bem como do produto
final, temos as Leis 9.279/1996 que trata da Propriedade Industrial (material/
tecnológica/ equipamentos e invenções – Patentes) e a Lei 9.610/1998 que
insurge das convenções aos qual o Brasil é signatário e visa proteger o autor e
sua criação.
Neste contexto o
Design Instrucional tem como principal característica a criação estética e de
novos modelos de linguagem textuais, bem como o trabalho em paralelo de
pesquisa, (pois com a velocidade das informações, nada impede que as ideias
tenham afinidades com outros), tomando certos cuidados como: fazer referência a
materiais usados, ou utilizar material de pleno domínio público; ou ainda,
solicitar por escrito as autorizações de direitos cedidos. (Direito de
Copirghty , Direitos Conexos, ...).
Fator que vale a
pena ser ressaltado, onde o trabalho de equipe deve ter olhares atentos. No
artigo 1,228 do Código Cívil (Obrigações e Contratos), o proprietário tem a
faculdade de usar, gozar e dispor da coisa, e o direito de reavê-la de quem
quer que injustamente a possua ou a detenha. Isso significa que tudo que
produzirmos, seja material ou intelectual (Direito do Criador) estaremos
protegidos.
Nessa reflexão, o
design instrucional abre possibilidades para a produção de material, solução de
formas, conceitos, implementação de recursos gráficos, pretendendo favorecer o
público alvo com o melhor, da possibilidade á acessibilidade, onde pode ser
trabalhado todos os elementos que envolve esse aluno, na intenção, não de dar
respostas mas de produzir um espaço, onde dispor as tecnologias escolhidas
significa permitir que ele busque fatores associativos a fim de promover o seu processo
de aprendizado. O processo de formação alicerce a fundamentação do pensamento
crítico e produtivo, consciente, em que ação intencional poderá ajudar o aluno na
resolução de problemas que confere a realidade.
É importante, na
produção de material estimular os autores a fazerem uma auto-avaliação do
material didático produzido, nas suas diferentes etapas de elaboração,
sugerimos algumas questões para problematização:
Os conteúdos estão
dando suporte ao desenvolvimento das competências identificadas?
A linguagem está
clara, compreensível, propiciando entendimentos e reflexões?
As estratégias
pedagógicas propostas (atividades, questões para reflexão, uso de imagens,
casos etc.) possibilitam que o aluno realize uma atividade consciente,
reflexiva e crítica?
O material permite
partir do contexto do aluno, de suas experiências e vivências para que, a partir
delas, ele possa construir o seu próprio conhecimento?
As atividades de
avaliação estão contemplando todo o percurso do processo educativo (coerente
com os objetivos)?
Os desafios são
muitos, o futuro não se escreve sozinho, para o design instrucional trabalhar
bem, faz-se necessário uma equipe que tenha realmente um coração, que traga uma
competitividade saudável e estratégias cuja compreensão do “corpo, valorize a existência
com seus membros”, e para garantir o desempenho temos que ter consciência deste
diálogo aberto abastecendo o conhecimento compartilhado. Até porque, a
velocidade da informação propõe uma atualização que só a criatividade pode
estimular as respostas, e a ausência de comprometimento, afeta todo o corpo
como um vírus.
terça-feira, 19 de junho de 2012
Caminhando,
Eu estava
pegando livros e apoiando o meu PENSAMENTO nas construções que realizo, no meu
dia-a-dia, soltei os livros na mesa, peguei um lápis e fui tentando rascunhar
um Pré-projeto.
A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA, menina dos meus olhos, pede certas
atitudes, pede compromisso e assiduidade, pede uma forma de aprender que seja
plástica, coordenada, estruturada, com sinapses velozes. Aqui tudo que
aprendemos leva o que há de melhor: COMPARTILHAMOS textos, carinho e
informações, no entanto tem algo que devemos estar constantemente avaliando, já
que estamos em um sistema aonde o emprego das autorias vai tecendo uma ampliada
visão - FÓRUNS.
Uma das novas funções do professor é a condução de
diálogos corretivos ou explanatórios com seus alunos, interlocutores de um
processo em construção são - APRENDIZES utilizando a COMUNICAÇÃO ESTRUTURAL ,
fornecendo estratégias para os desafios, á adaptação de idéias e o pensamento
crítico, desenvolvendo habilidades de
interpretação balizando: princípios, simulação e resultados de
problemas complexos, surgindo então o PENSAMENTO CRIATIVO, como em um jogo de
xadrez onde a compreensão traça as estratégias, e como seres inteligentes, a
cada INTENÇÃO, o pensamento busca uma apresentação por investigações e pré-dispõe
NOVOS ARGUMENTOS, provavelmente NOVAS ESCOLHAS. É bem aceito nas tarefas HEURÍSTICAS,
na compreensão conceitual, nas
estratégias cognitivas.
REfletindo
A ESCOLA de ensino presencial norteia a educação postulando: que se
o aluno alcança os OBJETIVOS , automaticamente chega em sua META, ou seja, conclui
satisfatória mente o processo de ensino aprendizagem avançando para um novo
nível ( A, B, C, D = E ); mas na EAD o SISTEMA é diferente. Nesta modalidade
de ensino, enquanto não se compreende toda DIMENSÃO E COMPLEXIDADE do objetivo, e da potencialização de novas
estratégias aliadas a AUTONOMIA e a HEUTAGOGIA, o aluno não passa de nível, pois o momento seguinte, para
alcançar a meta, é discuti-la, isto pelo KNOW-HOW (SABER COMO , experienciado, sentido, avaliado) angariado na extensão do processo.
Você pode compilar essas ideias desde que seja citada a fonte.
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